sexta-feira, 2 de novembro de 2007

O corpo





O corpo, tal como é, resiste às mais violentas tormentas do tempo,

Durante a tempestade, ele vai e vem: sentado num balanço, o corpo freia pra parar.




O corpo carrega história: na face e no coração, as marcas de séculos; no bolso da mão direita, o eterno devir.



O corpo não se reconhece como tal,

Ele assovia uma dor, esboça um sorriso. Suspira mil ais, pensativo:

'Quando é que isso acaba?'


Nunca.


O corpo anseia sempre a contradição.

5 comentários:

Bárbara Castro disse...

O Guido que o diga! :)

Sydão disse...

Freud explica?

Nowhere Man disse...

Olha, Sydão... Não saberia te dizer, mas eu acho que não explica não! hehe

Ninna disse...

Tenho um post antiiiigo sobre o corpo também. E esse tema anda me perseguindo em todos os artigos antropológicos pós modernos que eu leio neste mestrado. Aí vim visitar seu blog e o tema me persegue aqui também! É uma conspiração universal! hehe

André disse...

o corpo quebra