quarta-feira, 21 de novembro de 2007

De repente... bonança.

O amor subverte lugares e espaços...



... é calmaria em ação.



O amor age mergulhando-se em piruetas fluidas: como as formas de uma nuvem, encontra a sua razão-de-ser no momento em que existe.
O amor se esconde nos cantos mais macios da memória, capturando as faíscas de vivência - antes tão dissonantes - e enchendo-as de cores e contornos uníssonos.

O amor, com um sorriso tímido, passa delicadamente a sua mão envelhecida sobre os ansiosos cabelos daqueles que tentam defini-lo.




O amor... calmo... vai e volta...


... como o vento suave de um amanhecer na praia.




O amor é esta manhã que nunca tem fim.

4 comentários:

Sydnei Melo disse...

É... amor não morre...




Amor é forte como a morte.

andréa disse...

bonito, né!
mto bonito.

André disse...

Na parte do cabelo ansioso, o amor encarnou-se em uma avó ou viajei?

André disse...

felipe, veja o que eu escrevi depois de entrar aqui, sobre o tema...